Grato!
Foto: Divulgação (Capa do segundo single da banda)

Grato! já conquistou grandes nomes da música brasileira e foi uma das finalistas do concurso Guaraná Antártica Sound

A banda Grato! surgiu em 2007 pela idealização do baixista Deivid Ramos, do baterista Greg Faleiro e do vocalista Rodolpho Neves. Ao surgir, por ser formada por três integrantes, chamava-se Tri-Power. David Campbell, tecladista, e Leandro Rodrigues, guitarrista, ingressaram pouco tempo depois para dar o lado harmônico à banda.

Em 2008, antes mesmo de completar um ano de vida, a Grato! participou do festival Guaraná Antártica Sound, transmitido nacionalmente pela emissora de televisão RedeTV. Com o seu Indie rock mesclado ao Brit pop (Rock britânico) e um pouco da MPB, conquistaram artistas como Japinha (baterista da banda CPM 22), Toni Garrido (ex-vocalista do Cidade Negra), Carioca (músico e humorista do programa Pânico), George Israel (saxofonista do Kid Abelha) e Supla (músico e filho do senador Eduardo Suplicy).

Dentre 4 mil bandas inscritas, a banda venceu a etapa Centro-Oeste e ficou em 5º lugar nacional. “Essa é uma das coisas mais legais que eu ouvi aqui. É suave e tem pegada”, destacou Carioca.

Hoje a banda tem dois singles (CDs demonstrativos). Em 2009, a Grato! entrará em estúdio para a gravação do seu álbum completo, intitulado “Manual do Auto-Cateterismo”.

Serviço
Site oficial: www.bandagrato.com.br
MySpace: www.myspace.com/gratobanda
Contato: (61) 8453-6713 / (62) 8411-8553
E-mail: bandagrato@gmail.com

[Matéria escrita para o jornal COOLt (Criado pelos alunos do editorial cultura do 1º semestre/2009)]


Foto: Viaduto EPGU/EPIA no belo clique de Renato Brito
Foto: Viaduto EPGU/EPIA no belo clique de Renato Brito

No último dia 24 de maio, foi realizada a concretagem da laje do viaduto da EPGU (Estrada-Parque Guará)/EPIA (Estrada-Parque Indústria e Abastecimento), próximo ao Park Shopping. Na ocasião estavam presentes cerca de 50 trabalhadores e Luiz Carlos Tanezini, diretor-geral do DER (Departamento de Estradas e Rodagem).

O trabalho começou por volta das 18h30 de sábado (23) e só foi finalizado na parte da manhã de domingo (24). Para o preenchimento da laje, foram necessários 400m³ de concreto, o equivalente a carga de 50 caminhões.

Os funcionários foram divididos em duas turmas para a execução do serviço. “Tem que estar junto do pessoal, porque ai eles se animam”, afirma Raimundo Nonato, encarregado geral.

Tanezini afirma estar satisfeito com os resultados das reformas dos viadutos. “Está tudo correndo dentro do previsto”, ele destaca. Tanezini ainda ressalta a preocupação que tinha em relação a obra e as complicações no trânsito que ela poderia gerar. “A minha preocupação era não atrapalhar o trânsito nesse local. Não tivemos problemas com isso”, ele afirma.

[Matéria produzida para a Caenge Incorporadora]


Foto: Reprodução Internet
Ilustração: Reprodução Internet

Um chicle eterno foi mascado, na manhã de hoje, pela escritora Clarice Lispector. Aconteceu em frente à Escola São Vicente, em Recife, Pernambuco. Após a sua irmã lhe oferecer o objeto, Clarice logo colocou na boca e não parou mais de mascar. Por sorte jogou o doce fora a tempo de livrar-se do peso da eternidade.

[Lead escrito em março de 2009. Baseado no conto "Medo da eternidade" de Clarice Lispector]


Foto: Reprodução Internet
Foto: Reprodução Internet

O MST (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra) há tempos promove reivindicações a favor dos seus direitos perante a lei nacional. Porém, nem sempre as manifestações são harmoniosas e, na maioria das vezes, terceiros são afetados pela falta de respeito durante os protestos. Foi justamente com essa falta de respeito que no último dia 9 de março mulheres da Via Campesina provocaram estragos e prejuízos em sete estados e no Distrito Federal.

O movimento, em sua teoria, existe em prol da reforma agrária, que consiste em tirar terras improdutivas de seus donos, indenizá-los e doá-las para que possam habitá-las e torná-las produtivas.

Infelizmente, na prática essa questão não funciona ou funciona mal. O governo não destina verba necessária para a reforma ou, quando destina, os sem terra a utilizam para suprir seus próprios interesses.

Os direitos dos participantes do Movimento dos Sem Terra devem ser respeitados, a reforma deve ser cumprida para que os mesmos possam dar retorno para o país através da sua produção.

A luta pela terra e as reivindicações são válidas, porém deve-se manter o bom senso e, principalmente, as leis. Esse é o limite para as ações de todo homem, não só para os sem terra e, só assim, os protestos terão respaldo.

[Matéria escrita em março de 2009]


Foto: Reprodução Internet
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Eu vi um avião se aproximar de um enorme prédio e matar milhares de pessoas no território de George Bush, quando eu ainda era um pequeno garoto. Cresci e agora o país pertence a um tal de Obama.

Lá os ataques cessaram e o que parece é que importaram a idéia para o meu país. Vemos casos desastrosos todos os dias e alguns até dizem que sai sangue dos meios de comunicação. O que está acontecendo? O que aconteceu? As tragédias estão se aproximando de mim. Duzentos quilômetros foi o que me separou da última.

Uma garotinha, durante seu passeio rotineiro ao Shopping, pedia à sua mãe sorrindo para comprar um “Mc Lanche Feliz” enquanto outra, da mesma idade, gostaria de estar em seu lugar, mas no mesmo momento estava falecendo a alguns metros dali, no mesmo shopping, e o pior, sua mãe não teve a oportunidade de lhe dizer algumas últimas palavras, nem de lhe pagar um último lanche.

Deveriam abater o avião? Não, por causa da criança que estava em seu interior, ou sim, deveriam para não matar mais pessoas, incluindo a garotinha que comprava no McDonalds? Qualquer opinião, qualquer resolução não fará o fato menos doloroso para a mãe machucada, menos estúpido para um país indignado.

O país de Obama e o país de Lula passam agora a olhar para o céu com a mesma preocupação. A prevenção só chegou após o caos. Sempre alguém ou alguns terão que morrer para despertar a atenção de outros? É o que acontece, a contribuição de muitos é apenas para as estatísticas. Este é o país onde todos têm vez, é o “Brasil, um país de todos”.

[Crônica escrita em março de 2009]


Foto: Reprodução Internet
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Orson Welles, original dos Estados Unidos, foi um dos maiores cineastas do mundo, além de roteirista, produtor e ator. Apesar do seu pouco interesse pelos estudos, aos 20 anos, Welles já se tornara uma pessoa apaixonada pelas artes cênicas. Dai em diante, não demorou muito para que se juntasse a grandes nomes da área e se transformasse no que foi até a sua morte, em 1985.

O que não se imaginava é que aquele jovem um dia poderia mobilizar tantas pessoas por causa da transmissão radiofônica que foi feita a dramatização de uma invasão alienígena à Terra.
E foi exatamente isso que ocorreu. Em 1938, um ano após criar sua própria companhia de teatro; por conta da adaptação feita a partir do romance de H. G. Wells, Welles conseguiu atingir um milhão e duzentas mil pessoas em uma população de seis milhões com a “radionovela” intitulada “A Guerra dos Mundos”.

Continue reading ‘O Caso Welles: O “domínio” exercido pela imprensa na socidade’


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O filme Shattered Glass (em português: “O preço de uma verdade”), dirigido por Tom Cruise, é baseado em fatos reais e mostra, na prática, a ética jornalística. A história ocorreu entre os anos de 1995 e 1998 e foi contada baseado em um relato de H. G. Bissinger.

Seu personagem principal, Stephen Glass, de 25 anos, trabalha na “New Republic Magazine”, de Washington, a revista de bordo de presidente. Nascido em Highland Park, estudou na “Highland School”. É ali que o filme começa, com Glass contando a sua história para uma classe de aproximadamente 20 alunos.

O repórter começa a crescer na revista a partir do momento que consegue fazer várias matérias exclusivas e tem o apoio de todos os seus colegas. Seu editor, Michael Kelly, defendia e lutava por todos os redatores.

Glass tinha uma mente brilhante, mas não sabia utilizá-la da maneira certa. Após investigações do seu novo editor, Chuck Lane, ele descobre que as suas publicações eram inventadas. Com isso, a carreira de jornalista do jovem acaba e, logo após, ele se forma em Direito.


Foto: Reprodução Internet
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A ética, partindo do seu significado, já não é algo de fácil compreensão. Os seus conceitos são mostrados de diferentes formas. O dicionário Michaelis aponta ética como sendo: “1 Parte da Filosofia que estuda os valores morais e os princípios ideais da conduta humana. É ciência normativa que serve de base à filosofia prática. 2 Conjunto de princípios morais que se devem observar no exercício de uma profissão; deontologia.”. De maneira sucinta e irônica, Álvaro LM Valls, autor do livro “O que é Ética”, diz: “A ética é daquelas coisas que todo mundo sabe o que são, mas que não são fáceis de explicar, quando alguém pergunta”.

Continue reading ‘O simples complexo da ética’


Responsabilidade
Foto: Reprodução Internet

A ética, partindo de seu significado, não é uma palavra de fácil compreensão. O dicionário Michaelis diz que a ética característica essencial à qualquer pessoa, não só na área profissional. Álvaro LM Valls, em seu livro “O que é ética”, cita de forma sucinta: “A ética é daquelas coisas que todo mundo sabe o que são, mas que não são fáceis de explicar quando alguém pergunta”.

O jornalista deve ser ético em tudo o que faz. As matérias são tidas como verdade absoluta, o que gera responsabilidade. O caso Welles demonstra, na prática, como a imprensa pode manipular a sociedade.

Em 1938, Orson Welles mobilizou mais de 1,2 milhão de pessoas nos Estados Unidos. A transmissão radiofônica de “A Guerra dos Mundos”, romance de H. G. Wells, se transformou em notícias assustadoras sobre uma invasão alienígena. O dia 30 de outubro daquele ano foi marcado por tumultos nas ruas e mobilizou a opinião pública.

Informar o povo de maneira clara sobre o que interessa é o papel do jornalista. Para isso, a observação e o questionamento sobre a veracidade e a prejudicialidade das matérias é necessário. Fontes diferenes têm que ser consultadas, jamais uma única fonte. Mesmo que ela seja “comprada”, a mentira em favor ou contra alguém sempre pode existir.

O filme “Shattered Glass”, produzido por Tom Cruise, mostra a situação de um repórter que utiliza a mentira “a seu favor” e acaba pagando o preço por sua falta de ética. A história de Stephem Glass é baseada em fatos reais. Ele inventou 27 artigos que foram publicados na revista “The New Republic”, onde trabalhava. Em consequência disso, Glass foi demitido e jamais conseguiu retornar à carreira jornalística. O jovem tinha talento, mas não soube utilizá-lo de maneira sensata.

A ética tem várias interpretações e formas de entendimento. Para a tomada de decisões sábias, é preciso ter como princípio duas questões: a lei e o bom senso. Esses são os limites do jornalismo e tem, juntamente com a moral da cultura do país, que ser respeitados para que a profissão seja exercida de maneira responsável.

[Matéria produzida em prova do curso de Jornalismo]




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